Miltinho Lopes - Escritor Aprendiz...


04/07/2008 22:23
Deixa eu falar com vc?

Eu queria falar algo pra vc;
Eu quero falar algo pra vc.
E vc não me dá oportunidade;
Vc fala com outros imperfeitos...
E eu, fico apenas sem merecer.
Eu quero ter uma chance
De sussurrar ao seu ouvido...
Eu ainda terei a minha chance
De abraçar-te como amigo...
Eu quero ainda ver vc me procurar,
E contar que foi boba...
Bobeira é não deixar...
Eu contar o que eu vou
Lhe dizer.

Miltinho Lopes
enviada por Miltinho Lopes



16/06/2008 20:09
Fotografia

O retrato que eu olho
Lembra-me você;
O tempo amoroso de brincar de esconder...
O abraço dos amigos, aquela foto ficou imensa.
É de rir muito o que ela me lembra.
Olhar sua foto no quadro pequeno,
Lembra-me o intenso amor que senti por você;
E olhar o quadro enorme da sala,
Que a família aparece,
Recordo do quanto eu tive atitude pequena... "As brigas."
O álbum da faculdade, que delícia. Amigos de balada,
Colegas de trabalho em sala, professor irritado...
Na bolsa da mulher o três por quatro dos filhos,
Na carteira do moço a antiga namorada,
Recorda uma saudaaade!
A fotografia nos faz sentir saudade intensa...
Das amizades, do amor perdido, do momento simples...
CLIC!
Mais uma para o álbum; o meu, o seu, o teu, o nosso!
Fotografia espalhada pela cama, eu vejo o passado.
Passado com drama; sem tristeza; com carinho
Da amizade que foi embora do bairro na infância...
Saudade misturada com raiva
Quando o amor da minha vida, disse:
Acabou!
Fotografia é mais que um papel impresso com
Imagem colorida.
Há quem se fotografe; Há quem se irrite;
O importante é o que você sente...
CLIC!
O porta-retrato rouba a cena e faz sentir saudade
Da época que tarde da noite ficávamos conversando,
Amanhecíamos na rua...
CLIC!


Miltinho Lopes
Todos os direitos reservados.

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16/06/2008 20:06
Rir

Ria do mundo imperfeito
Dos objetos esquisitos
Que procuramos apreciar
Com respeito.
Ria do absurdo alheio
Do horizonte rasteiro
Escondido atrás do seu inconsciente.
Ria da mente maliciosa da mulher
Que dizem que os homens são iguais,
Ria dos homens
Que pensam ser caçadores natos,
E na capacidade são apenas
Orientados como atrair uma fêmea.
Ria de si no espelho malcriado
Que sua mente cria de si,
Ria da verdade que seu amigo
Fala quando não ficou legal
Seu vestir.
Ria o quanto puder, ria muito,
De seus complexos, do seu perfeccionismo
Ou até mesmo de seu relaxo.
E também de seus amigos, eles valem o riso
Mesmo que fiquem nervosos.
Aproveite para mostrar seus dentes lindos,
Pois um sorriso falhado nos faz gargalhar...(hahaha)
Ria do mundo imprevisível
É o que conseguimos prever é a necessidade
de RIR.


Miltinho Lopes – 03.10.2005
Todos os direitos reservados
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16/06/2008 20:00
Para ser seu amigo

Quero colo, um abraço e um sorriso
E ser o seu melhor amigo,
Usar o teu ombro e chorar
Os meus braços fortes para te abraçar.
Suas mãos macias tocam o meu rosto
Fazendo carinho de enlouquecer.
Fico calado, sozinho e sei que ainda
Há esperança em te convencer...
A ardência da minha paixão
Machucando o meu coração
Só existe porque é impossível
O seu amor eu ter.
Continuo calado e contente
Em saber que sou o seu único “prazer”.
O tempo que passa tão rápido
E já não sou mais um adolescente,
Sou homem de barba aparada
Com boa aparência e maturidade.
O amor infantil que amadureceu
E adulto e não se desesperou.
Conservo a saudade e a alimento,
Pois sei que nos conhecemos
Pra ser amigo à vida inteira.

Miltinho Lopes
26 de Maio de 2005
Todos os direitos reservados

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28/05/2008 00:02
Pensamento

"O silêncio diz muito quando estamos próximos...
Pois o toque delicado de uma mão responde
a pergunta que poderia surgir no momento
mágico entre duas pessoas..."

Milton Lopes
Todos os direitos reservados
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26/05/2008 11:18
Pela Manhã

Dormir sem preocupação e ter um bom sono é raro
Acordar com os pássaros cantando não é dificil,
Só não consigo ver, minha janela fica fechada;
Privilegio é ver as nuvens desenhadas e iluminadsa com os raios de sol da manhã,
Eu vejo quando faço caminhada!
Felicidade eu sinto no momento em que uma atitude nobre acontece perto de mim ou comigo.
A vida esta supreendendo em todas as situações do ser humano...
Ter a sensibilidade para tal é que está escondido em muitos
Corações.

Milton Lopes
Todos os direitos reservados
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29/04/2008 23:23

Poesia:


Ser amigo e Ter amigos

Nao ser amigo, é ruim
Não ter amigos, é ruim também...
Ser amigo e nao partilhar, é chato;
Ter amigos e não ser lembrado, é horrivel!
Ser amigo e visitar é bom;
Ter amigos e nao receber ao menos uma ligação, é deprimente.
Ser amigo e ouvi-lo, é ótimo;
Ter amigos e nao ser compreendido, é chato.
Ser amigo e opinar, é bom;
Ter amigo e não poder falar, é triste...
Ser amigo é bom
Ter amigo é maravilhoso!

Todos os direitos reservados
Miltinho Lopes

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14/10/2007 20:10
Resenha:

Vícios -Aqueles olhos azuis

Fernanda encanta-se por seu médico. Este, encanta-se também por sua paciente, que nas semanas seguintes, viria a marcar um encontro com sua mais nova paciente.

O médico acredita ter encontrado o amor de sua vida, em Fernanda. E entrelaçam numa paixão intensa prometendo juras de amor eterno. Porém, o Doutor é casado e não consegue deixar a relação com a esposa, que o conquistou por sua dedicação na recuperação de um antigo paciente do médico. O filho adotivo também é empecilho na tentativa de uma separação.

A comandante, não queria apaixonar-se, mas ficou hipnotizada com os olhos azuis do seu adúltero e médico.
As discussões persistem e os encontros não tão freqüentes, começam a afetar a vida dos amantes.
Fernanda decide esfriar os ânimos retornando ao sítio de moradia de infância.

Depois de recuperar as forças no sítio, Fernanda volta à capital e decide não encontrar-se mais com seu amante e mudar totalmente de vida, reiniciando seu sonho de ter seu próprio negócio.

Passado bom tempo, reencontram-se no saguão do aeroporto a caminho do RJ. Trocam algumas palavras, os olhares se atraem mais vez e resolvem pernoitar juntos durante o final de semana, lembrando os momentos de paixão que viveram.

Após um ano, numa festa da família, uma amiga elogia os olhos brilhantes e atraentes do filho de Fernanda, que agradece o elogio e sorri gostosamente à amiga.

A autora: Silmara Stella, conseguiu publicar seu primeiro livro. Aguardo mais novidades de sua vontade. adorei o primeiro.

enviada por Miltinho Lopes



30/09/2007 16:31
O Bilhete

Dia frio, vento assoviando na janela do quarto. Há momentos em que as travas da janela batem entre elas e parece algupém chamando na porta.
Minha cama está quente. O lençol recém trocado nesta mesma manhã e de cor clara. Não entendo porque fico dentro de casa. a TV o rádio ligados e não ouço nada, estou pensando em muitas coisas. Uma delas é porque estou dentro de casa pensando em minha vida? Não sei responder e procuro a resposta faz anos. Desde que tinha...catorze anos. Nossa já se passaram dezoito anos desde aquele fato. Melhor nem contar para não deixá-lo assustado. Eu estava...já comecei agora vou terminar.
Eu estava fazendo lição como de costume ao chegar da aula as seis horas da tarde. A noite acabara de chegar e eu sentava na cozinha com a televisão pequena ligada em volume baixo e eu respondia as lições para ficar livre no dia seguinte. Dia sim dia não a professora deixava lição para responder em casa. Eu era um dos alunos mais disciplinados da sala. Não fazia isso por prssão ou ganhar prestigio com as pessoas era o meu jeito de viver. Sim, era, pois não é mais. Fiquei incomodado com esse jeito certinho de ser, um jeito previsivel que as pessoas a usa volta identificad rapido. Mas contarei em parte. A história ficará mais interessante de saber.
Nesta mesma noite eu terminei rapido minhas lições e fui para o quarto ler um pouco. Mamãe que foi culpada de me ensinar a ler e incentivar muito isso. Meu pai era um tanto relaxado e lia pouco. Eu entrei noi quarto e percebi algo estranho, não sabia bem o que me incomodava mais algo deixou-me pensativo atitude não muito característica de mim. Ao deixar minha mochila pendurada notei um papel em cima da cama. Sentei vagarosamente e vi que era a letra de mamãe por fora escrito meu nome. Havia também um coração desenhado. Abri o papel de caderno e comecei a ler. Na primeira frase eu comecei a chorar e cada linha lida eu aumentava o choro. Asl lágrimas começaram e manchar a tinta no papel. Não conseguir terminar de ler. Deitei na cama e fiquei pensando por quê ela teria sumido? Por uê mamãe quis ir embora de minha vida e deixar meu pai para cuidar de mim? Fique decepcionado e triste pr muito tempo. A única mulher que eu amava no mundo, pois conhecia o amor materno e paterno, não estava mais comigo. Meu pai não se importou muito com isso. Ele não se importou comigo nos primeiros dias. Leu o bilhete de mamãe e não sentiu nada, nem uma lágrima escorreu em seu rosto pontilhado por pintas de nascença. Sua barba arranhou me meu rosto quando ele me deu o unico abraço após a partida de mamãe.
Lembro disso até hoje, detalhe por detalhe. Fico pensando se um dia voltarei a vê-la e quando esse momento chegar se eu teri coragem de abraça-la. Senti sua falta por meses, anos depois. E com o passar fui me acostumando com a saudade intensa que sentia do seu rosto macio quando tocava em mim, de sua mão mediana quando mechia a panela ao fazer o jantar. Mãos pesadas ao me bater por fazer bagunça no quarto, mas eu adorava receber um abraço de mamãe. Hoje, mais do que outro dia agonizante em pensar na saida de casa da pessoa que me deu a luz, fico buscando uma resposta para isto. Por quê ela quis partir? Eu nunca tinha visto meus pais brigarem ou discutirem, não entendia aquela situação.
O vento soprando a janela me recordava intensamente os dias em que os dias vinham me cobrir e falar boa noite. Um me beijava de um lado e o outro me passa a mão no cabelo fazendo carinho até eu fechar os olhos. Eu era feliz com os dois e não entendia bem esta felicidade. A janela fez outra vez o barulho entre as travas e por uma frecha assovio bem alto que precisei levantar rapido para tampar. Deitei novamente e voltei meu pensamento no dia em que mamãe deixou uma carta pra mim. Peguei a coberta, uma manta que ganhei quando completei treze anos e me cobri. Eu a guardava com carinho, pois havia bordado o nome de mamãe, papai e o meu. Com esta manta que me colocavam para dormir.
Ajeitei a manta em meu corpo até o pescoço e acaricei meu cabelo lentamente. Igual a um flesh de máquina as imagens vinham em meu pensamento das vezes que fui amado por meus pais. Este pensamento me atormentava nos finais de semana, pois eu ficava sem fazer atividade. Trabalhava muito durante a semana e me punia em pensamentos no sábado e domingo. Buscava uma resposta para tudo isso. Ficar pensativo e não ter com quem conversar, não ter com quem triocar idéias para planejar a vida e sentir felicidade. Eu devo estar maluco mesmo e só quere ficar em casa.
Aos poucos recuperei da hipnoze momentânia e ouvi o locutor da emissora de rádio anunciar uma propaganda. Balancei a cabeça para dispertar rapidao e cheguei mais perto. Comecei a rir sozinho da propaganda e da voz do locutor imitando uma artista da novela. No momento olhei-me no espelho ao lado da cômoda e enxerguei meu sorriso. Nunca havia parado para ver o quanto eu parecia feliz. Notei em poucos segundos de reflexão que eu não precisava de muito para ser feliz, apenas precisava acreditar. Olhei para o bilhete de mamãe no criado mudo ao lado da cama e dei as costas. Desliguei tudo e sai de casa. Fui caminhar e ver o quanto a luz do dia me faz bem.


enviada por Miltinho Lopes



12/09/2007 01:50



enviada por Miltinho Lopes



12/09/2007 01:44
O Vendedor

Vende-se um amor seguro
Para quem procura um amor puro;
Vende-se um amor romântico
Para quem necessita de um par carinhoso;
Vende-se espontaneidade
Para quem busca um par sincero;
Vende-se uma carruagem
Para quem espera o príncipe
Bater a porta ou que a abra;
Vende-se emoção
Para quem busca atenção;
Vende-se uma porção de atitudes
E não há compradores;
Vende-se tudo no sentimento
E a esperança é ter você;
Simplesmente Vende-se:
A vontade de Amar incondicionalmente
Alguém igual a você.

Milton Lopes

enviada por Miltinho Lopes



29/08/2007 23:07
O amor de Fernando

Acordar calmamente
Olhar para o rosto daquela que me alimenta...
Beijar-lhe a face maravilhosa
Sem esperar que acorde.
Seu gosto no meijo senti;
Sua respiração eu senti;
Levantei rapido, ela se moveu.
Olhou para mim.
Quase deitei novamente com seu olhar penetrante.
No instante senti um desejo incondicional de beijar-lhe
novamente e na boca.
Não resisti. Fui agarrado com seus braços macios e cheirosos.
Um apertado abraço e gostoso de amolecer o corpo.
Percebi sua força em meu corpo, pois estava gostoso mesmo.
Fui entorpecido com seus beijos com sua boca carnuda.
Apenas agradeci e estiquei-me ao seu lado.
Adormeci novamente.
Abri os olhos em seguida e ouvi o relógio tocar.

Milton Lopes
enviada por Miltinho Lopes



05/05/2007 15:50
Sem Rumo

Coração sem esperança
Sentimento perdido
Sem rumo no mundo
Olhos feridos

Mãos calejadas
Dedos longos, as
Unhas crispadas
Como posso me segurar?

Pulso fraco
Só me seguro sentado

Ver é para poucos
Recusarei a aliança...

Olhos vermelhos de tanto lacrimejar;
O choro é forte, fraco é quem se segura
Enquanto a vida balança...


enviada por Miltinho Lopes



05/05/2007 15:24
Missão, Visão e Valores para um humano simples:

Missão

Viver, mesmo que doloroso as vezes.

Visão

Ser Feliz a qualquer custo.

Valores

Amizade é tudo. Amigo para toda hora.


enviada por Miltinho Lopes



01/04/2007 14:01
Este poema, é parte do meu segundo livro que terminei de escrever. Em breve, espero, estar nas livrarias, antes mesmo do primero que ainda nao foi publicado. Este poema, retrata um pouco do enredo livro.

Poema:

Eu tenho inveja de mulher

Eu tenho inveja de mulher
Porque elas conquistam o mundo;
Conseguem tudo e eu nada.

Eu tenho inveja de mulher
Porque ela é sexy,
Porque ela consegue ser mais
Atraente do que o homem,
Consegue atrair até a própria
Mulher;

Eu tenho inveja de mulher,
Pois elas fazem os homens
Se ajoelhar ao seus pés,
Fazem o que querem com eles,
Com seu jeito doce e meigo;

Eu tenho inveja de mulher
Sim!
Invejo seu cabelo molhado
Balançando pela rua em busca
De fiu-fiu...

Invejo seu rebolar
Invejo seu delegar
Invejo seu pentear
Invejo seus dedos e suas mãos
Invejo sim e assumo;

Eu tenho inveja de mulher,
Porque ate as mulheres tem inveja
De si, e abafam os fatos;

Eu tenho inveja de mulher
Quando são persuasivas;
Quando falam doce e deveriam
Falar nervosas, pois sabem escolher o
Melhor caminho;

Eu tenho inveja de mulher
Porque tudo que há neste
Mundo
São para elas.
As roupas, os produtos de beleza.
As decorações, a escultura de seu corpo.
O espelho no quarto
As flores da jardineira...

Eu tenho inveja de mulher
De seu corpo em curvas
Exuberantes, da
Pele macia com ou sem
Hidratante;

Meu Deus, perdoe
Seu filho, que peca.
Só tenho a dizer:
Eu tenho inveja de mulher.


Milton Lopes
Todos os direitos reservados.

enviada por Miltinho Lopes



24/03/2007 19:39
Se você encontrasse um romantico, O que faria?

Sou romantico e não sou pirado
Não entro em bares pela noite
Só entro de dia, quando fico
sem rumo pela cidade...
Procuro um paraiso feminino
Para gerar outra vida, quem sabe
Construir uma teoria de amor
Perfeito;
Sou romantico, porém, cabreiro...
Com amores que me fizeram sofrer.
Eu já vivi,
Amores que se foram, e ainda
Amanheci...
Romantico é pensante
Que sonha com flores, o amor, a paixão;
Sonha com tudo em fantasia e
Se disperta quando acaba a ilusão;
Ser romantico não é ruim,
É só um jeito de viver;
Viver e aprender com o próximo
Que espera o proximo romantico
Aparecer; -A Irônia.
Não encontro a feminino romantica,
Será que existe?
O romantico chora.
Eu não consigo! Só consigo pensar...
Romantico desfalece e resiste,
Alguns choram outros ficam aflitos,
Um se envergonha,
Outra canta o triste...
Romantico persevera
A caminho do infinito.
No intenso só pensa em si,
Setisfazendo seu sentimento
Triste.

Milton Lopes
enviada por Miltinho Lopes



20/03/2007 03:04
Conto, fresquinho:

Anotações

Estava eu caminhando pelo Shopping no dia 19, último, tentando encontar algo apra comprar. Não que tenha dinheiro, mas gosto de comprar. Andava com caminhar solto pelo mesanino do shopping e sem intenção de escrver neste dia. Estas anotações serão comentadas no dia do lançamento, tenha certeza.
Do nada, assim com em outas ocasiões, tive uma súbita idéia. Imediatamente peguei o caderno para anotar. Desta vez seria diferente, eu anotaria tudo!
Entrei na loja e na seção cosméticos comecei a anotar. Fiquei empolgado, coisa que faço pouco quando surgem as idéias.
Cinco minutos depois eu perguntei sobre o tema para uma atendente que preenchia a prateleira com mercadorias.
Sai da loja e continuei com o caderno na mão. Andei pelo shopping e anotando. Fui a uma loja de perfume e perguntei a três vendedoras que estavam na porta conversando e sorrindo. Responderam-me com alegria e convictadas da resposta cncordando com o tema do meu novo livro. Questionei o simples "concordo!" e anotei em seguida. Uma delas deixou cair o pedaço do colar no piso abaixo e voltou dando risada. FAlei que deveria ver se machucou alguém. Voltei a caminhar com o pensamento evaporando letras.
Continuei a andar e anotar. A barra de para-peito serviu de apoio. Dei uma volta na praça de alimentação. Já era quase a hora de fechar as lojas.
Quando desci ao piso têrreo, fui direto para outra loja feminina. Mais artigos femininos do que masculinos. Andei por toda a loja, olhei tudo e sai com novas anotações. Tudo idéia para o livro, nada de pesquisa sobre o local ou as lojas, pessoas. Fiquei no meio do saguão uns cinco minutos anotando. Rodando e anotando. A inspiração estava intensa e fervendo palavras. Fisguei cada pensamento. Renderam-me quase dus folhas de idéias. Vou destrinhcar quando estiver em frente o computador em casa.
Voltei a caminhar e a não olhar para o chão. Caminhava e anotava.
Perto da escada rolante, o segurança pega o PX, fala com alguém distante e olha pra mim. Logo percebi que estava causando efeito. Esticou o braço e me parou. Perguntou o que eu estava fazendo, olhando tudo e anotando no caderno. Dei um sorriso e respondi que estava anotando idéias para meu novo livro. Ele acreditou no instante, percebi. Nada de pesquisa sobre o local, afirmei. Ofereci o caderno para ele ou sua chefia ler, este se recusou a pegar. Esperei mais uns segundos, pois chegou outros dois seguranças de apoio e ouviram eu repetir que era sobre meu livro. poderiam ficar tranqüílos que nada seria sobre o shopping. INsisti em mostrar o caderno, se recusaram. Continuei a caminhar após fechar o caderno.
Caminhei lentamente em direção ao estacionamento para buscar a moto, ainda na esperança de ser barrado e prestar esclarecimentos sobre as anotaçãoes.
Nada aconteceu em seguida. A não ser pelo, talvez supverviosr, me seguir até a escada rolante. Fui locomovido pela escada rolante até a mármore perto do estacionamento e chegar até a motocicleta.


enviada por Miltinho Lopes



18/03/2007 00:55
Cigarros, Bebidas e uma Pistola

Esta noite eu vou contar até que ponto eu cheguei para tentar conquistar o mundo e estou desfalecendo tentando. Em quais situações eu cheguei e não consigo vencer os obstáculos que encontrei.
Olhei para a mesa e vi um pacote de cigarros do mais intenso que existe no mercado. Eu havia tragado outras marcas e nada deixava-me tão anestesiado quanto a marca atual de tarja vermelha. Ao lado, uma garrafa de uísque. A única bebida que me deixava com o peito e garganta queimando e ardendo. As outras, nem as brasileiras, genuinas águas ardentes dos interiores brasileiros, não me deixava embriagado. Por último, a tentativa final, uma pistola prateada e com balas reservas para testar a minha coragem até o final.
Lembrarei para vocês como eu cheguei até este ponto. De sentar nesta sala a meia luz e escrever um pouco sobre mim para depois sumir do mundo...
Traguei um cigarrro. Um não, dois três antes de continuar. Abri a bebida e coloquei no copo. Era um copo par dose dupla e tomei num só gole. Minha garganta nem sentia mais a irritação da bebida, descia como água ultrapassando os obstáculos que encontra no caminho. Olhei a pistola ao lado das outras drogas e fechei os olhos. Traguei intensamente o cigarro e ascendi outro cigarro. Tomei mais uma dose e comecei a escrever.
Hoje, minha vontade de desaparecer foi mais intensa do que a última vez há três meses. Nada do que eu faço é positivo. Minhas atitudes não conquistam as pessoas do jeito que eu quero, e não adianta me responder que nem tudo é como nós queremos, eu sei que poderia fazer a diferença e não consegui.
parei por um minuto e lembrei da primeira vez que eu tentei me matar. Peguei uma faca no momento de raiva e fechei os olhos. Hesitei por um minuto cm a faca apontada para a minha barriga e larguei-a no chão. Ouvi tilintar de sua afiada lamina sumir de minha vista. Tentei chorar, e nem de vergonha eu consegui. Só consegui levantar e terminar de arrumar a casa. Se não apanharia outa vez.
Voltei a atenção para o papel sobre a mesa e continuei a escrever. O telefone tocou, mas eu não queria falar com ninguém nesta noite. nesta última noite em meu recinto. Eu queria ficar quieto e acabar com meu corpo de umas vez só, mas ainda não sabia como.
Traguei outo cigarro e tomei outro gole de uísque. E continuei a escrever.
Outra noite eu me deparei em um ato de loucura que eu mesmo não entendi. Estava caminhando pela calçada em direção ao supermercado e comecei a riscar o palito de fósforo. Riscava e apagava, pegava outro e o mesmo movimento. Meu sorriso parecia satisfazer a tentação que prefiro nem mensionar. Quando cheguei em frent ao sémáforo, olhei para o movimento dos veículos e quis me jogar na frente deles, mas hesitei. Continuei parado com um pé na avenida e outro na calçada esperando um vento mais forte me empurrar e acabar com a minha dedicação inútil de servir. Quando tomei coragem o semáforo ficou no vermelho. Ouvi uma freada mais brusca de um carro, mas parou antes da faixa de pedestre. Olhei para o veículo enquanto caminhava pela faixa. Lembrei da caixa de fósforo e parei do outro lado da rua, como eu poderia estar fazendo aquilo comigo. Estou ficando louco? Perguntei a mim mesmo. Não gosto de jogar lixo no chão, porém, larguei o fogo ali mesmo sem ascender. Continuei a caminhar para casa. Desisti do supermercado. Eu estava triste, muito triste naquele dia, por isso fiquei assim. Consegui entender o porque de minha atitude e percebi que estava enlouquecendo de tanta carência de amigos e vitorias bobas como o dinheiro guardado, conquistas inúteis iguais o olhar da bonitinha da praia. Tudo que eu tocava não dava certo. Não ser o centro das atenções me deixou enfurecido com tudo e todos. Eu tinha até mudado o meu jeito de ser, agir e pensar. Não queria mais falar com as pessoas, o mundo me irritava, só queria era ficar trancado dentro de casa.
Levantei da cadeira andei um puco até a cozinha e lá fiquei. Traguei outra vez o cigarro e vi que havia só mais um cigarro no maço. Peguei outro na dispensa. Olhei a prateleira cheia de maços fechados esperando que eu ascendesse. A bebida também estava acabando, curveio pescoço avistando a garrafa meio vazia sobre a mesa. Esta eu tinha pouco, mesmo assim, peguei outra garrafa na dispensa. Dispensa? Hahaha... Era uma armário com apenas alimentos que não sustentavam alguém. Era apenas para enganar meu pensamento tolo de que tinha comida de reserva.
Sentei novamente na cadeira e continuei a escrita. Continuei a escrever está carta para quem me encontrasse após arrombar a porta, pois eu deixei-a trancada.
Pois bem, eu estava quase passando para a fase adulta e parei em frente ao espelho para refletir meus dezoito anos. Como cheguei até aqui? Perguntei ao reflexo. prguntei porque seu nome não é Eduardo? Tinha vontade de ser outa pessoa, não eu memo. Eu estava com amigos, um trabalho, mas não tinha direção de mundo. Aonde eu queria chegar. Lembrei que, enquanto criança, eu qureia ser mecânico de automóveis e hoje, era um simples mensageiro externo. Sem cultura e sem pai, pois meu pai não morava comigo. Passei a mão no meu rosto e vi que haviam umas penugens. Lembrei da primeira vez que raspei-as e meu pai não esatva lá para ensinar-me. Tentei chorar e não consegui. Fechei os olhos, tentei ficar emocionado e nada. Não consegui derramar uma lágrima. Terminei de limpar o rosto e sai. Voltei a realidade do momento balançando a cabeça, eu na cozinha escrevendo sobre a minha vida para deixar como história a quem quiser ler.
Fechei os olhos lentamente e traguei intensamente outro cigarro. Tossi forte desta vez. A tosse estava se tornando constante em minha vida, acho que o cigarro começou a fazer efeito no pumão. A bebida, como falei no inicio, estava sendo igual água sem gás. Descia macio e não reanimava. Deixei o copo cair no chão e não quebrou. Vazo ruim não quebra, digo copo ruim. Ri sozinho, como em inúmeras vezes que ri só. Peguei outra caneta, pois a primeira tinha esgotado a tinta.
Quando completei vinte anos, me vi outra vez sem nada. Eu tinha poucos amigos e poucas pessoas me procuravam. O que eu fiz de errado? Me perguntava até hoje. Eu ajudei pessoas, dei dinheiro há algumas pessoas, fiz orações e nada acontecia comigo. Onde é que eu errei? Frase de mãe esta. Mas ela me acompanhava em todos os momentos. Aquela imagem da faca encostada em minha barriga não me saia da cabeça. Sempre me lembava deste dia. Eu voltei do curso de jovens e tinha quebrado um vaso de planta sabia que mamãe me bateria. E com medo eu queria me matar, mas não apanhar da mamãe.
Fiquei emocionado por um momento antes de continuar a escrever. Umas lagrimas fizeram vontade de sair dos olhos cansados de exposição a luz que parecia menos acesa e mais amarela depois de algumas horas escrevendo. Continuei...
Eu só queria ser alguém importante. Importante não, queria ser mais atraente e querido pelas pessoas que me conheciam. Eu onhecia muitas pessoas, mas meu jeito não as conquistava completamente. E eu sabia o porque disto. Ao menos, pensava que sabia. Vou contar nas próximas linhas.
Em minha adolescênacia, eu não era igual a outros garotos. Eu tinha um jeito mais recatado e comportado. Também, se ousasse o atrevimento era barrado por alguém. Amigo, mulher ou mamãe, sempre alguém barrava meu desempenho alegre e divertido. Ou era xingado ou levava um empurrão nos ombros, mas sempre me barravam.
O telefone tocou novamente, mas não atendi. Foi quando levantei para outra pausa e tomar outro gole de uísque. Estiquei o corpo e sentei novamente. Os dedos cansados da escrita com a caneta.
Minhas palavras pareciam sempre as mesmas. Lamentações de solidão e pouco desempenho. Desempenho medido, por mim, como estar nos pensamentos das pessoas e ser considerado. Considerado, esta é a palavra chave de tudo, eu acho. Eu ouvia isso das pessoas, mas elas não mostravam isso pra mim. Eu mostrava isso, abraçava, beijava, tocava, acariciava e não recebia nada em troca. E as ligãções?! Apenas "Eu penso em você, amigo" alguma amiga falava ao telefone quando eu ligava. Amiga, quantas amigas eu tinha. Muitas. tive muitas amantes também, poruqe namorada, xi... lembro de quase ter tido uma. Elas foram marcantes em minha vida, mas nenhuma me conquistou de verdade. Aliás, teve duas que me fizeram perder o rumo. Rumo que eu não tinha mesmo, mas conseguiram me fazer pensar nelas o tempo todo. Uma vez eu fiquei em casa o final de semana todo esperando a bonitona me ligar e ela estava na praia em outro estado. Tudo bem que ela estava sendo jurada de morte, mas eu queria estar com ela. Largaria tudo para estar junto a ela. Eu havia jurado amor por toda a vida. Amor, eu achava que a amava. Meu sentimento era intenso e não deixava de pensar um minuto em seu cabelo enrolado e boca carnuda.
Havia escrito muitas páginas, foleei-as calmamente e traguei outro cigarro. Precisei buscar outro maço e outa garrafa de água ardente.
Desta vez, peguei a pistola prateada segurei. Engatilhei uma bala e apertei o gatilho. Treck! Respondeu a arma. Travou outa vez! xinguei alto e resmunguei em tom mais alto. Bati ocabo na mesa e olhei pelo cano. Destavei o pente com apenas uma bala e tirei da arma. Segurei-a firme e bati com força na mesa. Nem a arma queria ajudar-me. Eu só queria acabar com isso, tudo rapido e esperar a justiça divina me julgar. Encotrar com alguém e saber como eu cheguei a este ponto. De querer me suicidar.
Continuava a tossir cada vez mais intenso e a não sentir o gosto da bebida. Peguei a caneta e voltei à missiva.
Que alguém, um dia, possa saber como eu tentei ser vitorioso neste mundo e não consegui. Eu tenho a consciência tranquila, ou deveria, de saber que tentei. Mas eu posso estar errado, talvez esteja mesmo, mas quero acreditar que tentei inúmeras vezes não pensar em maldade.
Há pouco dias, estava em um SEIS LETRAS(Bordel), para melhor leitura, e me vi outra vez em julgamento. Aquela linda mulher em cima de mim, fazendo carinho e beijando-me no rosto. Só porque eu paguei para fazer isto. Tive uma visão de meus dias até o momento. As mulheres não se apaoxinavam por mim. O que acontecia comigo? Fiz-me outra vez a mesma pergunta. Um cara legal, trabalhador, sorriso bonito, alto e sem namorada ou esposa, ou até mesmo, uma paquera. Será que eu fui exigente demais ou não era bonito mesmo? Sei que eu pensava demais antes de sair com uma garota. Pensava duas, três vezes, não queria magoar ninguem. Mas as pessoas não pensavam nisto. Foi neste pensamento que comecei a falar tudo que eu pensava. Guardar estava deixando-me com vícios. E bastava o vício que eu tinha adiquirido, cigarros, bebidas e mulheres. Uma vida promíscua de prostituição do meu corpo e alma. Era só isso que eu queria nestes últimos meses. Ser um rapaz bonzinho não me levou a lugar nenhum, então que seja pelo jeito ruim da vida. Até que o meu dia chegue, seria assim. Bebidas, mulheres e a droga do cigarro.
Apaguei por uns minutos. Acordei com meu rosto em cima do caderno com as minha pequena história. Lavei os olhos e ascendi outro cigarro. Enquanto soltava a fumaça pelo nariz, tomei outro gole para esquentar o peito carente. Uma blusa para esquentar no frio da madrugada e mais um gole de bebida quente. Nesta noite eu nem quis pedir uma pizza, que era minha favoria em noites frias e solitárias nesta pequena casa. Casa, qual casa? Dois cômodos que eu sentia-me desconfortável aqui dentro, e mal acabados. Sem reboco na parece e com o piso grosso. Eu queria terminar e ter um sobrado, mas o dinheiro sempre era para outras contas. Eu sabia que precisava de uma pessoa em minha vida, uma esposa, mas onde encotrar alguém com espírito de dedicação e partilha. Ouvi muitas mulheres dizer isso, mas todas, sem exceção, quer ser cuidada. Elas querem ser bancadas e ficar numa boa sem trabalho. A maioria pensa assim. Vida boa, marido bonito e receber carinho. Carinho! Não queria lembrar disto. Tomei outro gole e abasteci o copo. Desta vez até derramar. Molhou as folhas do caderno. O que importa? Não vou ler mesmo depois.
Não me preocupei em limpar, apenas continuei a escrever.
As noites eram longas e sem sono. Muitas estavam sendo em claro, as noites que eu tinha. Dormir pra que, pensava. Acordar para ver as pessoas e ouvir hipocrisia, falsidade e outras baboseiras. Pra que tudo isso? Eu sabia responder, e não queria. Só quero acabar esta carta logo e apertar o botão da pistola prateada. A única razão pela qual esperei até agora, as cinco da manhã.
Eu caminhava e pensava em tudo o que eu fazia. Nada era de bom, se fosse, eu teria pensamento vitorioso. Ou então, estava exigindo demais de mim mesmo. O que acha? Eu tenho certeza que o problema está comigo, e as pessoas completam um pouco a minha tese, pois são insensíveis. As mulheres são, mas querem se sobressair apenas. Eu fui por um tempo e não consegui nenhum benefício com isso. Ser o homem diferente só me rendeu elogios, companhia que é bom, nada. Por isso, vós escrevo, A vida não é bastante.
Coloquei bebida no copo e me enfureci. Peguei a arma e apontei para mim. As m]ãos tremeram desta vez...
O cigarro estava acabando e o cinzeiro cheio de cinzas. Vinte maço em uma só noite era meu ápice. Meu êxtase de tentativa suicida. A bebida estava mesmo sendo pouco. E a pistola era a última saida, que já tinha tentado e falhou. Lembra disto?
A minha cabeça estava a mil, em pensamentos. Entende a expressão?! E não queria mais viver. Este era o lema. Nada me motiva e tão pouco, me sustenta. A vida não era o bastante pra mim. Só me restava tentar ser escritor e deixar esta carta para muitos lerem e refletirem na minha coragem. Que só percebia que tinha quando o assunto era suicídio. Peguei a arma outra vez para ver se estava funcionando, fiz até uma prece. Carreguei com duas balas. Apertei o gatilo apontado para mim... Tá!!!


...Bom, amigo leitor. É com muito pesar que continuo esta missiva. Assim seja a vontade do amigo falecido. Sua tentativa de terminar a carta, foi barrada pela arma que apontou para si em tentar ver se está funcionava.
Meu amigo querido e que tinhas seus problemas intrapessoais, não continuou a escrever. Vou ser breve e relatar apenas a minha visão de sua pessoas, pois fui incumbido desta façanha pela família que muito me quer bem. Assim como eu queria o bem de meu amigo.
Rapaz de bom sentimento, forte e tolerante com as pessoas. Mas foi fisgado pela maldade dos fracos que não querem ser ajudados pela lei divina. Se suicidou em 17 de Março de 2007 com um tiro no pescoço ao testar a arma. Sua família, eu inclusive, está em prantos pela perda. Ele deixou muitos amigos queridos, que eram falhos sim, até mesmo eu ouvi varias vezes que não ligava para ele. Com razão, tinha o pensamento que nós o renegavamos. Poucos o procuravam. Choro hoje a perda de um excelente amigo. E que todos , quando estiverem lendo esta missiva, sintam a perda desta pessoa maravilhosa que não aguentou sozinho o mundo devorador, um mundo com pessoas injustas e oportunistas em muitas atitudes. Que meu amigo esteja em paz, mesmo enfrentando o senhor em sua atitude suicída, que esteja em paz agora.

Amigo, perdoe-me, pois sempre vou pensar em você. Mesmo que agora eu não consiga dizer o quanto te amo, vou pensar em você.
Adeus!


enviada por Miltinho Lopes



16/01/2007 00:10
Amanhecer

Não quero mais
Verei somente o horizonte
Nem penso em olhar
Para trás...;
Você passou longe de meus
Olhos,
Eu pudi vê-la, mas
Você
Não pensou em me olhar;
Sei, sou exigente e quanto sou...
Por isso escolhi você;
Seu jeito meigo;
Seu olhar sensual;
Sua boca sexy;
Seu mistério sempre desigual...;
Por isso escolhi você
Para sempre ser minha...;
Para sempre ser seu...;
E para sempre,
Amanhecer nos braços teus.

Milton Lopes
Todos os direitos reservados.

enviada por Miltinho Lopes



02/01/2007 00:45
Morena(o)

Quem é moreno pode chegar
Quem não é também pode participar
A pele cheia de melanina
Exposto ao sol ou não,
No samba ou pagodão,
Também outro gênero,
Cada pele tem a sua intensão.

Nasci com pele morena
Ofuscando os olhos alheios,
Cegando quem vê o herdeiro
De bom sangue e bom coração.

Se não fosse moreno
Seria com certeza invejoso
Pois, uma pele bonita
Faz jús a todo glorioso.

Sem ser pretencioso
Com uma pele bonita
Cor imponente e temida
Faço o convite a vós
A participar desta
comunidade
Bem vinda.

Milton Lopes - 29/12/05
enviada por Miltinho Lopes






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